País conta 101.136 óbitos registrados e 3.035.582 diagnósticos de Covid-19.

Por G1

O Brasil tem 101.136 mortes por coronavírus confirmadas até as 20h de domingo (9), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O país registrou 593 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 101.136 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.001 óbitos, uma variação de -6% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, já são 3.035.582 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 22.213 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 43.137 por dia, uma variação de -7% em relação aos casos registrados em 14 dias.

No total, 3 estados apresentaram alta de mortes: RS, SC e MG.

Em relação a sábado (8), ES, CE e PI estavam com casos em queda e passaram passaram a ficar estáveis. RN mudou de estabilidade para queda. MS passou de alta de casos para estabilidade.

Brasil, 9 de agosto
•    Total de mortes: 101.136
•    Registro de mortes em 24 horas: 593
•    Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.001 por dia (variação em 14 dias: -6%)
•    Total de casos confirmados: 3.035.582
•    Registro de casos confirmados em 24 horas: 22.213
•    Média de novos casos nos últimos 7 dias: 43.137 por dia (variação em 14 dias: -7%)

Estados
•    Subindo: RS, SC e MG.
•    Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente: PR, ES, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AM, TO, BA, CE, PE e PI.
•    Em queda: RJ, AP, PA, RO, RR, AL, MA, PB, RN e SE
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás.

 

Notícia publicada no portal G1, em 09de agosto de 2020

 

Fabiana Shcaira Zoboli* comenta:

 

Temos ouvido muito a respeito da Covid-19, esse vírus que provoca tanta dor e tantas perdas, sentido desesperança ao ouvirmos ou vivermos as tragédias que se consumam por meio de mortes, suicídios, desemprego, violência e tantos outras notícias desanimadoras.

Os governantes apresentam suas ações e seus números; as organizações civis, suas explicações; os cientistas, estudos; os jornalistas, suas reportagens e opiniões; as religiões buscam justificativas e o despertar desesperado da fé; e quase todos culpam uns e outros, mas nada nos consola.

Em meio a tudo isso, muitos de nós caminhamos entre o assombro e o medo, repetindo, talvez, a pergunta que os discípulos fizeram a Jesus, quando acreditavam que Ele dormia em meio a tempestade que ameaçava a todos: “Mestre, não se te dá que pereçamos?” (Marcos 4:38)

Contudo, precisamos reconhecer que adoecíamos muito antes de ficarmos a mercê do vírus: malbaratávamos a saúde, aborrecidos com o passado, ansiosos quanto ao futuro, vivendo o presente em meio da vícios e desregramentos, inconsciente de nossa condição de Espíritos em evolução, a quem cabe o esforço de vencer as más tendências, de desenvolver conhecimentos e virtudes, de trabalhar para construir um ser humano melhor, uma vida familiar mais harmônica, uma sociedade mais justa.

A Doutrina Espírita nos mostra que Deus é todo Amor, Sabedoria e Misericórdia, contudo, também ensina a compreender a Sua Justiça e, em um processo de reeducação, permite que colhamos os frutos que nós mesmos plantamos, para que corrijamos nossos passos.

Na obra “Boa Nova”[1] , Jesus ensina: “Em geral, os homens abusam desse ensejo precioso para anteporem a sua vontade imperfeita aos desígnios superiores, perturbando a própria marcha. Daí resultam as mais ásperas jornadas obrigatórias para retificação das faltas cometidas e muitas vezes infrutíferos labores. Na obcecação de sua vontade própria, ferem a fronte nas pedras da estrada, cerram os ouvidos à realidade espiritual, vendam os olhos com a sombra da rebeldia e passam em lágrimas, em desesperadas imprecações e amargurados gemidos, sem enxergarem a fonte cristalina, a estrela caridosa do céu, o perfume da flor, a palavra de um amigo, a claridade das experiências que Deus espalhou, para a sua jornada, em todos os aspectos do caminho”.

Tenhamos certezaque Deus não pune e que Jesus não dorme em meio à tempestade, mas anseiam que descubramos a nossa capacidade de construir a própria felicidade, reparando erros e fazendo escolhas mais felizes para que o presente tenhadias sejam mais suaves e o futuro seja mais feliz, sem nunca deixarem de enviar Seus mensageiros para nos ajudarem e fortalecerem.

Quanto ao que colhemos hoje, estejamos certos, também, que Ele nunca nos nega o consolo e a possibilidade de felicidade:os que deixaram seus corpos, prosseguirão suas vidas no plano espiritual, sendo que o Amor de Deus a ninguém desampara e que Jesus continuará cuidando de cada um.

Aos que ficam, em meios aos escombros das saudades, de perdas financeiras, do medo e da desesperança, saibamos reconstruir o caminho, buscando compreender nossa responsabilidade – e nosso poder – de criar uma Vida mais feliz! 

Honremos a memória dos que partiram, ajudando-os com lembranças boas e felizes, preces e orações firmes na esperança e confiantes no reencontro que ocorrerá no momento que Deus determinar.

Saibamos descobrir em nós potenciais que desconhecíamos, capazes de recriar as possibilidades de trabalho e de sustento, quem sabe de um modo mais alegre e próspero.

Perdoemos o passado e aqueles que por lá passaram, olhemos para o futuro com alegria, saibamos valorizar a dádiva do presente com suas chances de aprendizado, trabalhando com entusiasmo, compreendendo e amando quem está ao nosso lado!

Deus não nos esqueceu, nem nos castiga; Ele nos Ama, e se tivermos bom ânimo e boa vontade, compreenderemos que sempre esteve em nossas mãos a possibilidade de um mundo e de uma Vida melhor.

Jesus não dorme... continua nos assistindo, ajudando e consolando... mas, talvez, ainda nos pergunte, como fez aos discípulos, há dois mil anos: “Ainda não tendes fé?” (Mc, 4:40).

 

*Fabiana Shcaira Zoboli é espírita e colaboradora do Espiritismo.net

 

[1] Psicografia de Francisco Candido Xavier, autor espiritual Humberto de Campos, Cap.8

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